19-Deixando todo o embaraço...
Sabe aquela pessoa que está sempre à frente dos trabalhos da igreja, ou na liderança da mocidade? Você tem a maior admiração pela pessoa, acha que ela é o seu maior exemplo de conduta, de servo de Deus... aí um dia, você descobre, ou percebe, que ela não é assim tão certinha, ou espiritual, como você pensava. Bate uma tristeza, não é? Uma dececepção! A gente se sente traído, iludido, enganado... Isso já te aconteceu?
Pois é. Aconteceu com a Carla. Alias, com uma pessoa que ela admirava muito. Vou explicar. A Carla é uma adolescente de 15 anos, que sempre freqüentou a Escola dominical todos os domingos, pra ouvir e estudar a palavra de Deus. Ainda mais, porque irmão Julio, um jovem casado, era o professor. E como ele sabia ensinar! Falava na linguagem dos jovens, mas com muita sabedoria. Quantas vezes, Carla e algumas amigas, conversaram com o professor e sua esposa (que também trabalhava com jovens), para esclarecer algumas dúvidas, ou para pedir conselhos! Irmão Julio era o máximo, na opinião de Carla. Até o dia em que ela estava chegando na porta do colégio, e por acaso, viu seu estimado professor de Escola Dominical tratando mal a um mendigo que costumava pedir esmolas à porta de entrada. Carla ficou pasma! Ele não só recusara-se a dar qualquer ajuda ao velhinho, como também lhe dirigia palavras duras, de menosprezo. Falou alto, chamou a atenção das pessoas que passavam perto e humilhou ainda mais o pobre homem. Carla sentiu como se tivesse levado o maior soco no peito. “Dá pra acreditar que na lição passada ele falou justamente sobre misericórdia? Ele até emocionou a turma de adolescentes com suas palavras tão belas, tão cheias de calor humano...”
Carla queria sacudir o dedo no rosto de irmão Julio, e perguntar se aquela aula não passara de uma encenação. O professor entrou no seu carro, um Eco Sport 2005, muito bonito. E foi embora, sem notar que uma de suas alunas acabara de ver aquela cena.
E a partir desse dia, Carla ficou no maior dilema. Nem queria ir mais à EBD, com medo que seu olhar revelasse toda a revolta que sentia ao lembrar o modo como o professor de fato, demonstrava sua “misericórdia” pelos mais humildes. Carla começou a orar sobre o assunto. Evitava até conversar com as amigas, para não abrir a boca e contar o que vira sobre o professor. Só não fazia isso, porque no fundo, ela mesma achava que só iria piorar as coisas, falando mal de alguém. Continuou orando. Até que um dia, Deus falou para ela através, adivinha de quem? Do professor hipócrita! Foi quando ele citou um versículo na aula, que dizia assim: “Portanto, deixando de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós, continuemos a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós. Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa.”(Hb 12.2 - Linguagem de Hoje)
Pimba! Aquele versículo era a palavra que Carla precisava ouvir. Claro! Estava na hora de fechar os olhos para os defeitos do professor (Deus que cuidasse disso), e prosseguir em frente, na fé, atenta ao que a Palavra de Deus de fato ensina. E mais: ela devia encarar aquela situação como uma experiência. E serviu para que ela ficasse atenta à sua própria conduta. Será que sua vida também estaria escandalizando alguém?
Pois bem. Carla orou por ela, pelo professor pediu graça a Deus e continuou firme na igreja, freqüentando a Escola Dominical. Um dia, irmão Julio não apareceu para dar aula. Uma professora assumiu o lugar dele. Ninguém soube explicar direito; mas o que chegou aos ouvidos de Carla, foi que o pastor descobriu umas coisas erradas na vida do jovem. Ele e a esposa acabaram saindo da igreja. Muita gente ficou boba, triste, arrasada. Alguns jovens até desanimaram na fé. Carla suspirou. Realmente era uma pena, que tudo aquilo tivesse acontecido. Mas lá no coração, ela sentia um alívio, ao constatar que sua fé estava firmada em Cristo, e por isso, não mais se sentia abalada espiritualmente. Sua esperança agora, era a de prosseguir sempre em frente, rumo ao seu alvo: o Céu.
Pois é. Aconteceu com a Carla. Alias, com uma pessoa que ela admirava muito. Vou explicar. A Carla é uma adolescente de 15 anos, que sempre freqüentou a Escola dominical todos os domingos, pra ouvir e estudar a palavra de Deus. Ainda mais, porque irmão Julio, um jovem casado, era o professor. E como ele sabia ensinar! Falava na linguagem dos jovens, mas com muita sabedoria. Quantas vezes, Carla e algumas amigas, conversaram com o professor e sua esposa (que também trabalhava com jovens), para esclarecer algumas dúvidas, ou para pedir conselhos! Irmão Julio era o máximo, na opinião de Carla. Até o dia em que ela estava chegando na porta do colégio, e por acaso, viu seu estimado professor de Escola Dominical tratando mal a um mendigo que costumava pedir esmolas à porta de entrada. Carla ficou pasma! Ele não só recusara-se a dar qualquer ajuda ao velhinho, como também lhe dirigia palavras duras, de menosprezo. Falou alto, chamou a atenção das pessoas que passavam perto e humilhou ainda mais o pobre homem. Carla sentiu como se tivesse levado o maior soco no peito. “Dá pra acreditar que na lição passada ele falou justamente sobre misericórdia? Ele até emocionou a turma de adolescentes com suas palavras tão belas, tão cheias de calor humano...”
Carla queria sacudir o dedo no rosto de irmão Julio, e perguntar se aquela aula não passara de uma encenação. O professor entrou no seu carro, um Eco Sport 2005, muito bonito. E foi embora, sem notar que uma de suas alunas acabara de ver aquela cena.
E a partir desse dia, Carla ficou no maior dilema. Nem queria ir mais à EBD, com medo que seu olhar revelasse toda a revolta que sentia ao lembrar o modo como o professor de fato, demonstrava sua “misericórdia” pelos mais humildes. Carla começou a orar sobre o assunto. Evitava até conversar com as amigas, para não abrir a boca e contar o que vira sobre o professor. Só não fazia isso, porque no fundo, ela mesma achava que só iria piorar as coisas, falando mal de alguém. Continuou orando. Até que um dia, Deus falou para ela através, adivinha de quem? Do professor hipócrita! Foi quando ele citou um versículo na aula, que dizia assim: “Portanto, deixando de lado tudo o que nos atrapalha e o pecado que se agarra firmemente em nós, continuemos a correr, sem desanimar, a corrida marcada para nós. Conservemos os nossos olhos fixos em Jesus, pois é por meio dele que a nossa fé começa, e é ele quem a aperfeiçoa.”(Hb 12.2 - Linguagem de Hoje)
Pimba! Aquele versículo era a palavra que Carla precisava ouvir. Claro! Estava na hora de fechar os olhos para os defeitos do professor (Deus que cuidasse disso), e prosseguir em frente, na fé, atenta ao que a Palavra de Deus de fato ensina. E mais: ela devia encarar aquela situação como uma experiência. E serviu para que ela ficasse atenta à sua própria conduta. Será que sua vida também estaria escandalizando alguém?
Pois bem. Carla orou por ela, pelo professor pediu graça a Deus e continuou firme na igreja, freqüentando a Escola Dominical. Um dia, irmão Julio não apareceu para dar aula. Uma professora assumiu o lugar dele. Ninguém soube explicar direito; mas o que chegou aos ouvidos de Carla, foi que o pastor descobriu umas coisas erradas na vida do jovem. Ele e a esposa acabaram saindo da igreja. Muita gente ficou boba, triste, arrasada. Alguns jovens até desanimaram na fé. Carla suspirou. Realmente era uma pena, que tudo aquilo tivesse acontecido. Mas lá no coração, ela sentia um alívio, ao constatar que sua fé estava firmada em Cristo, e por isso, não mais se sentia abalada espiritualmente. Sua esperança agora, era a de prosseguir sempre em frente, rumo ao seu alvo: o Céu.

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